Primeiro, eu tomaria a forma de ministro da fazenda, para ter acesso direto ao dinheiro, ao poder de decisão sobre o orçamento e, principalmente, às conversas sussurradas na calada da noite. Afinal, nenhum demônio-responsável-por-controlar-líder-político gosta de admitir que precisa de conselhos no quesito “equilíbrio fiscal”, mas, no fundo, a palavra d…
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