ECONOMIA
1. Bolsa cai sete semanas seguidas, recorde de 22 anos. PCC e Comando Vermelho viram terroristas para os EUA e o gringo debanda da B3.
2. Luciano Hang prevê quebradeira com o fim da 6x1. Lula gasta 80 milhões em propaganda enquanto a dívida pública bate 80,4% do PIB.
3. Exportação do agro bate recorde de 16,65 bilhões de dólares. Crédito rural encolhe, Irã pressiona fertilizantes e o MP persegue o produtor.
4. Anthropic vale quase 1 trilhão e supera a OpenAI. BYD desafia a Nvidia, foguete de Bezos explode e o Papa pede freio na IA.
BRASIL
1. EUA viram terror do PCC e do CV; Lula chora pelo crime. Designação terrorista entra em vigor dia 5; operações asfixiam facções enquanto Planalto grita soberania.
2. Toga já ensaia censura e quer travar o que incomoda. De facção terrorista a redes sociais, juristocracia transforma “soberania” em escudo do poder.
3. Lula chama Flávio de traidor e leva Messias à forca de novo. Petista repete indicação rejeitada ao STF e aposta na “soberania” para defender o crime.
4. Senado humilha Lula, derruba Messias e grita “Fora”. Igrejas ganham imunidade, oposição mira facções e Cláudio Castro afunda com Vorcaro.
5. Golaço de Flávio na Casa Branca vira pesadelo de Lula. Soros e Lula miram o senador; bolsonarismo resgata a Lei Magnitsky e o filme Dark Horse desafia a censura.
MUNDO
1. América do Sul conservadora fecha o cerco ao crime organizado. Direita avança de Lima a Santiago, a Bolívia implode e Milei comemora um ano sem o cepo.
2. Drone russo cai na Romênia e a OTAN promete reagir. Putin nega tudo e ameaça Kaliningrado, enquanto Trump decide o acordo com o Irã na Sala de Crise.
3. China dá pitaco no Brasil e faz dobradinha com a Rússia. O eixo autoritário se alinha, e o Japão encolhe três milhões e queima 74 bilhões para salvar o iene.
4. Trump fecha o cerco às facções e abre a paz com o Irã. Da Sala de Crise à suspensão do bloqueio de Ormuz, enquanto juízes ativistas travam a Casa Branca.
5. Canetas de emagrecer, ebola vencido e o vulcão que ameaça os EUA. Da primeira cura do ebola no Congo às fraudes que vendem esperança para o doente de câncer.









